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Região totalizou 1.526 mortes causadas pela doença e ultrapassou marca de 30,9 mil recuperados neste sábado (8). Baixada Santista registra mais de 42 mil casos confirmados de Covid-19 Aen/Divulgação A Baixada Santista, região de São Paulo, ultrapassou a marca de 42 mil casos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, neste sábado (8), após registrar 432 confirmações em 24 horas. Segundo os boletins divulgados pelos municípios, a região totaliza 42.083 confirmações e 1.526 mortes causadas pela Covid-19. Ao todo, são 3.440 casos suspeitos, 92 mortes sob investigação e 30.902 pacientes que se recuperaram. VÍDEOS: incubação, sintomas e mais perguntas e respostas BOATOS: O que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus GRUPOS VULNERÁVEIS: veja quais grupos têm mais complicações SINTOMAS: febre, tosse e dificuldade de respirar; entenda em detalhes Santos permanece sendo a cidade com o maior número de casos, óbitos e internações em toda a região. Apesar do aumento de novos casos, com 312 confirmações em 24 horas, o número de pacientes internados na rede hospitalar da cidade permanece estável. Ao todo, são 238 pacientes com sintomas da doença, destes 120 são moradores de Santos e 118 de outros municípios. Sete cidades da Baixada Santista registraram novos casos, com exceção de Guarujá e Peruíbe, que não atualizaram os casos neste sábado. Apenas São Vicente registrou novas mortes causadas pela doença, seis ao todo. Também foram contabilizados novos pacientes recuperados. De acordo com os boletins, neste sábado, a região chegou a mais de 30,9 mil altas. Confira os casos na Baixada Santista * O número de internados em Cubatão é referente apenas a pacientes de UTI, conforme é repassado pela prefeitura. Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1
Eduardo Pazuello só se manifestou no fim deste sábado (8) sobre a marca dos 100 mil mortos por coronavírus no país, em uma nota divulgada pela assessoria de imprensa. Ministro interino da Saúde diz que lamenta profundamente cada vida perdida pela Covid O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, só se manifestou no fim do dia, em uma nota divulgada pela assessoria de imprensa. Sem citar o número de 100 mil mortes, Pazuello disse que lamenta profundamente cada vida perdida, que não se trata de números, planilhas ou estatísticas, mas de vidas perdidas que afetam famílias, amigos e atingem o entorno do convívio social. O ministro interino disse ainda que o ministério permanece trabalhando 24 horas por dia, em parceria com estados e municípios, para garantir que não faltem recursos, leitos, medicamentos e apoio às equipes de saúde. Pazuello ressaltou que, diante de qualquer sintoma da doença, as pessoas devem procurar uma unidade básica de saúde.
São mais de 2 milhões de brasileiros que testaram positivo para o coronavírus e se recuperaram. Há cinco meses, a Covid era tratada como uma doença respiratória. Hoje já se sabe que o vírus vai além dos pulmões. Médicos brasileiros relatam aprendizados com pacientes que venceram a Covid Desde o registro do primeiro caso de Covid-19, mais de 2 milhões de brasileiros infectados pelo novo coronavírus conseguiram se recuperar. Essas pessoas viveram o susto do diagnóstico em plena pandemia. Já os profissionais de saúde que cuidaram desses pacientes experimentaram o desafio de combater um inimigo novo, desconhecido, e aprenderam muito. Com 104 anos, Dona Ada desafiou a doença que já fez 100 mil vítimas fatais no Brasil. “Dona Ada ficou na UTI Covid. Quarenta dias internada, gravíssima, e venceu a Covid”, diz uma profissional da saúde. São mais de 2 milhões de brasileiros que testaram positivo para Covid-19 e se recuperaram. Cada curado que sai do hospital deixa uma lição. “Nós aprendemos vários aspectos, que vão desde a capacidade de o vírus ser transmitido como que ele passa de pessoa para pessoa, as formas da gente evitar essa transmissão”, destaca Esper Kallás, infectologista. “Você consegue acompanhar melhor o paciente que está de ambulatório. Como você ventila ele mais precocemente. A gente aprendeu também que muitos medicamentos não fazem efeito nenhum. Então, tem muito conhecimento novo, sim”, diz Tania Vergara, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia- Rio. Ouvimos os médicos que recebam os primeiros doentes. “Hoje nós sabemos que muitos dos nossos pacientes talvez não tivessem ido a óbito se nós soubéssemos tudo o que sabemos hoje, alguns meses depois”, destaca Margareth Dalcomo, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz. Há cinco meses, a Covid-19 era tratada como uma doença respiratória. Hoje já se sabe que o vírus vai além dos pulmões. Podendo afetar o coração, fígado, rins, sistema digestivo e o cérebro. “A razão que nós conhecemos hoje é que o vírus, o Sars-CoV-2¸que é o responsável pela Covid-19, ele se liga a um receptor, que é o receptor que a gente chama EK 2, e esse receptor está em todos esses locais”, diz Tania Vergara, presidente Sociedade Brasileira de Infectologia – Rio. Para a presidente da Sociedade de Infectologia do Rio, a pandemia ensinou algo em especial por aqui: “A gente precisa ter sistema de saúde preparados para qualquer contingência, inclusive epidemias. Por que que Alemanha saiu bem? Porque ela tem o sistema de saúde preparado para qualquer coisa. Ela investe em ciência, investe em profissionais, investe em pesquisa. Aqui, nos últimos 15 anos, esse investimento só vem reduzindo, reduzindo. Improviso não combina com coisa bem-feita”. A doença levou muitos profissionais de saúde. Quando foi infectada, a pneumologista entendeu melhor a solidão dos doentes: “Aqueles que não ficaram graves, no sentido de serem intubados, para esses pacientes, nós procuramos humanizar essa estadia nessa área tão fechada, deixando que eles ficassem com seus telefones celulares, de modo que eles pudessem ter algum contato com o mundo exterior”. E o vírus também ensinou fora dos hospitais. As ruas estão cheias de pessoas usando máscaras. Ouvimos muito sobre a necessidade de higienizar as mãos, de manter a distância uns dos outros. Desde que a pandemia chegou ao Brasil, saúde virou assunto, assim como a doença. Reconhecemos os principais sintomas, sabemos dos riscos, e os médicos dizem que ainda temos o que aprender. “Quando alguém me pergunta - é o momento de fazer festa? Não. Não é o momento de fazer festa alguma. Qualquer reunião que tenha mais de 10 ou 15 pessoas representa risco, considerando o fato de que a doença transmite para outras pessoas mesmo quando a pessoa doente não tem sintomas”, afirma Margareth Dalcomo, pneumologista e pesquisadora da Fiocruz. “Nós temos uma quantidade muito grande de pessoas que morreram. Muitos perderam familiares e amigos. Essa tragédia vai deixar uma cicatriz, mas vai fazer com que todos os países - inclusive o Brasil - repensem as formas com que eles devem enfrentar novas pandemias”, diz Esper Kallás, infectologista.
Diferentemente de outras tragédias, em que as famílias se unem e se apoiam, o sofrimento na pandemia é marcado pela solidão. Por isso, num momento como esse, são ainda mais importantes as palavras de conforto. Palavras de conforto: diante de 100 mil vítimas, a dor nos faz descobrir que somos iguais Cem mil despedidas. Cem mil despedidas em quatro meses e meio. Em que país cabe tanta dor? A maioria dessas pessoas não se conhecia. Elas viviam em lugares diferentes, cada uma com seus hábitos, com sua crença. Ao contrário de outras tragédias, em que as famílias pelo menos se unem e se apoiam, o sofrimento na pandemia é marcado pela solidão. Por isso, num momento como esse, são ainda mais importantes as palavras de conforto. Diante de mais de 100 mil vítimas, aparentemente tão diferentes, a dor nos faz descobrir que somos todos iguais. A dor de perder alguém é um mal mais antigo do que a própria Covid, e também não tem cura. Mas, ao longo do tempo, a humanidade foi descobrindo remédios que pelo menos aliviam essa dor. Eles são prescritos pela ciência, pela fé, pela filosofia. “A palavra mais forte neste momento é compaixão. A ideia de compaixão não é pena da outra pessoa. É saber que a dor de um é a dor de todos”, diz o professor Mario Sérgio Cortella. “Com a morte a gente não se conforma, mas a gente se conforta. Ou seja, a gente ganha forças juntos. Ganha energia, ganha ânimo. Sabe que é difícil, mas não é impossível, aprende com aquilo”. Na tradição africana, o céu e a terra se conectam na delicadeza das folhas e na força das raízes do baobá. A árvore sagrada, que vive até seis mil anos, mostra que o ser humano é pequeno e passageiro. “A cultura africana nos ensina que não tem início, meio e fim. Tudo é circular. Tudo tem continuidade. Você tem a sua ancestralidade, e você é a continuidade dela, e outros que virão após você também conseguirão ser a continuidade. E de entender que tudo o que acontece tem um propósito. Nada acontece por acaso. Então, obviamente, você tem que entender e compreender isso. E saber passar por momentos tão difíceis como esse tendo a esperança de que tudo vai ter continuidade”, comenta Ivanir dos Santos, babalawô. No Brasil, nunca tantos morreram de uma mesma causa em tão pouco tempo. Uma das maiores tragédias da história do país é também uma das maiores do mundo. Se a dor é a mesma no oriente e no ocidente, a sabedoria também pode ser compartilhada. "A dor está presente em todos nós, mas não precisamos colocar uma outra flecha em cima dessa flechada que a vida já nos deu. É como se a gente tivesse recebido uma flechada e depois fica em cima pondo eu sofro, eu sou infeliz, como dói, como é ruim para mim. Não”, explica a Monja Coen, Comunidade Zen Budista Zendo Brasil. “Lembrando que aquele e aquela que morreu vive em nós. Um pouco de nós morre junto. Mas muito daquele ser vai continuar vivendo na nossa vida. Então, dê vida àqueles que já se foram na sua própria vida. Cuide. Faça alguma coisa que essa pessoa gostaria de ver ser feita”. A ideia de que a melhor maneira de honrar quem se foi é a vida sagrada de quem fica também está presente na tradição cristã. “Quando nós perdemos as pessoas que amamos, nós podemos honrar a sua memória vivendo. Nós não podemos permitir que a morte roube de nós a vontade de viver. Uma das formas de nós honrarmos as pessoas que nós amamos e que perdemos é vivendo com grandeza, com beleza. Vivendo, inclusive, em sua homenagem”, diz o pastor Ed René Kivitiz, da Igreja Batista Água Branca. São mais de 100 mil mortes. E 210 milhões de homenagens. De alguma forma, todos nós perdemos alguém. Por isso, o conforto tem que brotar da solidariedade verdadeira de todos ao redor. “Seria muito bom se houvesse uma espécie de consciência coletiva do que está acontecendo conosco e com o mundo”, comenta o psicanalista Contardo Calligaris. “Uma cidade de 100 mil habitantes de repente sumiu do mapa”. A ideia da cidade desaparecida reflete uma tragédia que faz vítimas de todas as origens, idades, talentos e classes sociais. “Acho que uma maneira de viver isso de maneira coletiva é justamente pensar nessa diversidade como sendo exatamente o que perdemos”, diz Calligaris. E nenhuma homenagem é em vão, porque cada lágrima conta. “A premissa islâmica é, se você perde um ser humano de maneira inocente, é como se você tivesse perdido toda a humanidade. Então, a ideia é que a gente tenha essa sensibilidade de se colocar no lugar do outro nesse momento tão difícil e de estar podendo de alguma forma confortar, de uma maneira solidária estar amparando essas pessoas”, explica Ali Zoghbi, representante da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil. “Nós, como seres humanos, precisamos ter essa sensibilidade de a cada vida perdida nós estarmos pesarosos”. As palavras de muçulmanos e judeus se completam. “A tradição judaica tem uma imagem que acho bastante relevante. A de que criador tem uma taça onde são recolhidas todas as lágrimas de sofrimento que são vividas. E um dia essa taça vai transbordar e a gente vai chegar a um mundo onde a construção de todas as pessoas e do seu sofrimento também vai nos levar a um mundo melhor, um mundo utópico, um mundo messiânico, essa ideia de um mundo mais harmônico”, conta o rabino Nilton Bonder Em meio à tristeza do mundo inteiro, nós sofremos um pouco mais pela ausência do gesto que nos une como brasileiros: o abraço. Transformar a dor em saudade leva tempo. E é nesse momento que o gesto de ouvir o outro pode ser um carinho ainda mais forte do que o próprio abraço. “É muito importante encontrar esse momento. Ainda que seja à distância, por tela, é importante escutar aqueles que estão enlutados. E abrir-se para a fala sobre aquele que se foi. Muitas vezes a gente teme isso porque o sofrimento fica mais agudo, fica mais intenso. Mas, de certa forma, é o momento para a gente sofrer. É o momento para a gente viver com toda a intensidade isso que aconteceu para gradualmente poder ir assimilando e integrando, tornando aquela pessoa parte da gente, parte da nossa história. Como ela já era, mas agora vai passar a ser de uma outra maneira”, diz o psicanalista e professor da USP Christian Dunker. À sombra desse gigantesco abraço, a tradição católica lembra que a oração da Ave Maria nasceu numa pandemia. Durante a Peste Negra, na Idade Média . “Nessa hora de dor, sofrimento, de tanta saudade, nós pedimos que Nossa Senhora, que sofreu a morte do seu filho nos braços, que ela peça, rogue, interceda por nós. Nesse momento, durante a vida, e na hora da nossa morte”, diz o padre Jorjão. “Por mais terrível que seja a dor da morte, nós acreditamos que o fim da nossa existência é uma vida sem fim”. Como nunca passamos por uma tragédia dessa dimensão, não sabemos quanto tempo leva para esse sofrimento passar. Mas como todas as crenças e todas as linhas de pensamento nos disseram, juntos tudo passa mais rápido. A solidariedade produz o milagre de acelerar o tempo. É a única maneira de esperar por esse amanhã, na longa noite da pandemia.

Objetivo do levantamento é mapear a realidade destas pessoas que se responsabilizam de forma independente a resgatar animais abandonados na cidade. Cães abandonados no Centro de Controle de Zoonoses do DF Andre Borges/Agência Brasília O Abrigo dos Anjos, com sede em Uberaba, está realizando o cadastramento de protetores independentes que atuam na cidade. O objetivo do cadastramento é apurar se são reais as denúncias de que casos de maus-tratos tem sido praticados por pessoas que realizam o resgate de forma independente. Uma outra utilidade do levantamento é conhecer a realidade financeiras dos cadastrados sobre quem precisa de ração e castração, já que essas pessoas realizam os resgate por conta própria. De acordo com a responsável pelo Abrigo dos Anjos, Alessandra Piagem, que por meio do cadastro o abrigo saberá onde cada uma está, e "caso algum animal esteja em necessidade o abrigo saberá a quem recorrer para dar o resgate necessário." “A gente pode entrar em contato com estes protetores para auxiliar, de alguma forma, no resgate de um animal. A meta vai ajudar, auxiliar essas protetoras nos resgates, nas castrações. O abrigo vai castrar esses animais e devolver para as protetoras nas ruas”, pontuou Alessandra. Os protetores independentes podem entrar em contato pelo número (34) 9 9128-5153 para participar do levantamento. “A gente vai fazer esse projeto para fazer essas castrações e até mesmo auxiliar a protetora, mas a gente ainda sim vai continuar precisando do apoio da população. O abrigo de certa forma quem ajuda são as madrinhas, então a gente vai continuar sim, precisando do apoio de cada um, que seja com ração, que seja com medicação, de uma forma geral. É só entrar em contato com o abrigo para ajudar", finalizou Alessandra.

Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.
Foram 49 anos ininterruptos de dedicação, Arnaldo começou em 1961 e só parou na idade-limite, de 70 anos. Filho de 16 anos doou pela primeira vez às vésperas do Dia dos Pais. O doador de sangue mais antigo de Salvador ganhou presente adiantado do dia dos pais Domingo é Dia dos Pais, mas na Bahia, um cidadão com C maiúsculo ganhou presente adiantado. Seu Arnaldo era o mais antigo doador de sangue em atividade na Bahia. Foram 49 anos ininterruptos de dedicação, como mostra a velha carteirinha do Hemocentro, guardada como um troféu. Ele começou em 1961 para ajudar o pai de um amigo, e não parou mais. "Eu fiquei impressionado com o que eu poderia contribuir para a saúde de um semelhante", conta Arnaldo Sant´Anna, aposentado. Nesse tempo todo, as doações que Seu Arnaldo fez de sangue e de plaquetas ajudaram pelo menos 1,7 mil pessoas. No mês passado, quando completou 70 anos, idade-limite para doação de sangue, recebeu uma merecida homenagem. O Seu Arnaldo se despediu, mas o sobrenome da família não vai sair tão cedo da lista de doadores do Hemocentro da Bahia. Isso porque uma nova geração está chegando. O Alan quer seguir os passos do pai para continuar essa história de doação e solidariedade. A recepção não poderia ter sido melhor. "É um prazer recebê-lo", diz a médica. Como tem só 16 anos, a idade mínima para doar sangue, o Allan precisou da autorização dos pais. Fez cadastro, exames obrigatórios e ficou tranquilo na primeira vez. Ao lado, a grande inspiração. "Meu pai é um exemplo muito bom e que com certeza eu vou seguir. Meu desejo é passar os 49 anos dele. Bater o recorde", afirma Alan Sant´Anna, estudante. "Esse foi o maior presente de Dia dos Pais que eu recebi, estou muito feliz mesmo", diz Arnaldo. Com os estoques do Hemocentro 25% abaixo do normal por causa da pandemia, o filho do seu Arnaldo fez bonito. "O exemplo de Alan, ele reflete o pensamento de que é possível nós termos uma consciência coletiva de amor ao próximo com relação à solidariedade, aonde você pega toda uma população de juventude que tem a capacidade de ser uma pessoa que ajuda uma outra pessoa sem mesmo conhecê-la”, destaca Fernando Araújo, diretor-geral do Hemoba.
Atriz morreu aos 88 anos em decorrência de um câncer. Na TV Globo, foram mais de 40 personagens em minisséries e novelas. Morre a atriz Chica Xavier, com 60 anos de história na dramaturgia nacional Morreu neste sábado (8), aos 88 anos, a atriz Chica Xavier. Procure firmeza e força e encontre no rosto de Chica Xavier. Procure um ar majestoso, suavidade e elegância, e essa mulher também tem. “Uma grande atriz, uma pessoa muito afetuosa, generosa. Era impossível não se apaixonar”, diz a atriz Renata Sorrah. O nome Chica Xavier carrega parte da história da dramaturgia brasileira. Nas telas e nos palcos, espelho de várias gerações. “Vem à cabeça todas as memórias que eu tenho dela, desde quando eu era espectador na Bahia e via ela na TV. Essa atriz baiana que foi inspiração, que é inspiração para mim e para tantos atores e atrizes”, afirma o ator Lázaro Ramos. Em 1932, a Bahia viu nascer Francisca Xavier Queiroz de Jesus. Mas aos 21 anos, a baiana deixou Salvador para estudar teatro no Rio de Janeiro. O Brasil ganhava a Chica Xavier. “Companheira de luta, de trabalho. Uma referência muito forte para todos nós atores e atrizes da comunidade, família negra, da família brasileira”, diz o ator Antônio Pitanga. O começo foi como a Dama Negra, em "Orfeu da Conceição", peça de Vinícius de Moraes, em 1956. A partir dali, o mundo de Chica não existia mais sem a beleza da arte, sem a intimidade com a câmera, sem os personagens que ajudou a montar. “Era o nosso porto seguro em 'Renascer', de todos nós jovens atores. Enfim, muito triste. A nossa cultura mais uma vez vai se empobrecendo”, comenta o ator Marcos Palmeira. Na TV Globo, foram mais de 40 personagens em minisséries e novelas. “Chica Xavier era uma grande atriz e uma grande amiga minha. Sempre que nós nos encontrávamos eram momentos de muita alegria. Ela sempre me dizia: 'Quando você tiver dificuldade de se expressar, abra o seu coração'. Como é que eu vou fazer agora? Que Deus a receba muito bem como você merece”, diz o ator Ary Fontoura. A última novela foi aos 80 anos: "Cheias de Charme", em 2012. Além de atuar, Chica Xavier teve a mesma dedicação à vida religiosa, na umbanda. No documentário do filho, Clementino Júnior, mostra a atuação de Chica como mãe de santo. O câncer de pulmão, diagnosticado na última quarta-feira, tirou a vida de Chica Xavier aos 88 anos. A Chica Xavier que vivia fora das câmeras, nos bastidores, é a que vai deixar mais saudade. Todos contam que, pra ela, a família vinha sempre em primeiro lugar. Só que a Chica ia agregando gente à essa família. Porque assim como na ficção, na vida real ela também tinha o dom da maternidade, do afeto, de acolhimento. De transformar amigos em filhos. “Eu a conheci numa novela que nós fazíamos juntos e durante a gravação dessa novela a minha mãe biológica faleceu. A Chica imediatamente me disse: 'Ela se foi, mas me deixou no lugar dela'. Conheci muitas mulheres talentosas. Minha mãe, com certeza, estava entre elas’, conta o ator Miguel Falabella. A partida de Chica Xavier tira também um pedaço da família que ela construiu com seu grande amor. Ela e o ator Clementino Kelé ficaram casados pela vida: 64 anos. Tiveram três filhos e três netos. Luana acompanhou a avó nos últimos momentos. “Eu disse no ouvido dela a importância do legado dela. E disse que ela podia ficar tranquila. Que ela realmente agora podia descansar porque ela tinha feito tudo direitinho. Tenho certeza que ela me escutou, e por isso hoje de manhã a gente não diz que ela descansou, ela retornou ao Orum”.
Matheus, de 18 anos, foi abordado pelos policiais na quinta-feira dentro da loja Renner do shopping Ilha Plaza, na Ilha do Governador, quando tentava trocar um relógio. Homens que agrediram jovem negro em shopping no Rio são policiais militares A Corregedoria da Polícia Militar vai apurar a conduta de dois policiais militares que agrediram um jovem negro de 18 anos dentro de um shopping no Rio de Janeiro. Matheus Fernandes tentava trocar um relógio que comprou para o pai. Os homens que arrastam Matheus e depois o agridem na escadaria de um shopping são policiais militares. Eles estavam à paisana e, segundo investigadores, são conhecidos como PM Silva e PM Esaú. Mas os dois ainda não foram identificados formalmente. E a Polícia Militar também não divulgou o nome completo dos PMs. Informou apenas que a Corregedoria abriu uma apuração sumária para verificar a conduta dos policiais. Matheus, de 18 anos, foi abordado pelos policiais na quinta-feira dentro da loja Renner do shopping Ilha Plaza, na Ilha do Governador, quando tentava trocar um relógio. Matheus contou que os PMs não quiseram olhar a identidade dele, nem a nota fiscal do relógio. “Em nenhum momento, ele foi abordado para mostrar a nota. Ele já teve um julgamento ali com relação ao roubo”, diz Jaime Fernandes, advogado. Nas imagens da agressão, aparece um segurança uniformizado acompanhando tudo e sem socorrer Matheus. O segurança prestou depoimento neste sábado. “O segurança do shopping que estava uniformizado chegou lá depois de toda aquela movimentação tentou acalmar as pessoas que estava filmando, mas dá para ver no vídeo que eu ainda estava imobilizado. Ele não ajudou em nada”, conta Matheus Fernandes Biondi Correia, entregador. O jovem só foi liberado depois que um amigo chamou a atenção de outras pessoas. O delegado responsável pelo caso informou que o depoimento dos dois policiais militares está marcado para a próxima segunda-feira. Disse que eles trabalham para a empresa que presta serviços de segurança ao shopping. E que eles devem responder pelos crimes de racismo e abuso de autoridade. “Temos que ouvi-los para esclarecer alguns pontos, como a motivação, enfim, tudo o que levou a acontecer essa violência contra o Matheus”, diz Marcus Henrique Alves, delegado. Em uma nota divulgada na sexta (7), o Ilha Plaza negou que os agressores fossem funcionários do shopping ou da empresa de vigilância. Neste sábado, o shopping disse que os PMs são funcionários de uma empresa contratada, que faz consultoria de segurança, e que avisou as autoridades assim que soube desse vínculo. Disse ainda que nenhum funcionário ou empresa terceirizada tem orientação para abordar de forma truculenta os clientes, conduta que o shopping repudia. A loja Renner declarou que espera que o shopping assuma sua responsabilidade no episódio de agressão a Matheus Fernandes, e que tome atitudes para que a situação não se repita.

Profissional diz que "nunca forçou nada" e, aos poucos, jovens foram se interessando pelo ofício. Ele também é pai de uma menina de 3 anos, que brinca de "trabalhar". Barbeiro ao lado dos três filhos em MS Fernando Duarte/Arquivo Pessoal "O mais novo fica no caixa. Ele prefere cuidar das questões administrativas. O do meio corta cabelos desde os 15 anos. E o mais velho é o gerente. Ele é o responsável quando eu não estou aqui". É assim que, com orgulho, define o barbeiro Fernando Santos Duarte, de 41 anos, sobre o fato de ter os três filhos por perto no estabelecimento comercial dele, que fica no bairro Guanandi, região sul de Campo Grande. Há 8 anos, Fernando se tornou barbeiro profissional. Antes, ele atuava como músico, mas, mudou definitivamente de profissão quando decidiu ter o próprio negócio. "O que aconteceu com os meninos foi algo muito natural. Eu nunca forcei eles a nada. Eles foram se interessando, pegando nas ferramentas. Foi o exemplo mesmo, no início algo que era sem compromisso foi se tornando uma responsabilidade para eles, um gosto que eles tomaram", afirmou. Segundo o barbeiro, o filho mais velho, de 24 anos, é o primeiro que passou a acompanhá-lo no serviço. "Ele terminou o ensino médio, começou a faculdade e vinha para cá. Desde o início, ele me falava que já queria trabalhar e até hoje está comigo. São seis anos de profissão no caso dele. A segunda pessoa que eu ensinei foi um sobrinho, que hoje tem a própria barbearia", relembrou. Barbeiros e os filhos atendendo aos clientes em barbearia de MS Fernando Duarte/Arquivo Pessoal Os outros dois filhos, de 15 e 16 anos, também tiveram facilidade para aprender o ofício. "Quem tem filho homem sabe: eles estão em uma idade em que a gente não pode bobear, senão a pessoa pode ir para outro caminho. Eu prefiro que eles fiquem aqui, varrendo o chão ou fazendo outras coisas em que ocupem a cabeça. Mas, também sei que são jovens e também deixo andarem de bicicleta um pouco, acompanho os estudos aqui e vejo o que estão fazendo no computador. É muito bom tê-los por perto", avaliou. Além dos meninos, Fernando também é pai de uma menina, de apenas três anos de idade. "Ela vem às vezes, mas, quando vem fala para a mãe dela: vou lá trabalhar com o meu papai. E então pega as bonecas e fica cortando o cabelo delas. Com tudo isso acontecendo, eu vejo que este é um negócio de família e uma hora eu vou cansar. São eles quem vão dar continuidade, exatamente como era nos anos 70 e 80, em que as barbearias passavam de pai para filho", comentou. Neste domingo (9), data em que se comemora o Dia dos Pais, Fernando pretende, novamente, estar ao lado dos filhos. "Nós estamos sempre juntos e hoje não vai ser diferente. É uma satisfação quando eu ouço elogios dos clientes sobre isso. Nunca fiz para ter nenhum reconhecimento e sim para o bem deles. Acho que o grande pagamento que tenho é poder acompanhar, de perto, cada um deles", finalizou. Pai se tornou exemplo para os filhos em barbearia de Campo Grande Fernando Duarte/Arquivo Pessoal
Em confrontos com as forças de segurança, mais de cem pessoas ficaram feridas. Um policial morreu. Manifestantes tomam as ruas de Beirute e exigem punição para responsáveis por explosão No Líbano, milhares de manifestantes tomaram as ruas de Beirute para exigir a punição dos responsáveis pela explosão devastadora de terça-feira. Em confrontos com as forças de segurança, mais de cem pessoas ficaram feridas. Um policial morreu. Ainda de luto, em meio a um trauma coletivo, Beirute agora explode de raiva contra o governo. Aos gritos de ''assassinos'' e ''revolução'', os manifestantes queriam ir para a porta do parlamento. O batalhão de choque não deixou - e logo começou o confronto. Um grupo invadiu o Ministério da Economia, jogando documentos pela janela. Outro, entrou no Ministério das Relações Exteriores. ''Não vamos perdoar o governo'', disse uma mulher. Anoiteceu e o protesto seguiu. O brasileiro Sam Sbaite foi à manifestação: “A manifestação estava pacífica até que por volta das 15h30 a barra ficou pesada, bombas de gás lacrimogêneo, bala de borracha, pedras, vidros. Foi um confronto muito forte, com vários feridos. Eu tava lá, eu vi”. Em uma tentativa de resposta às ruas, o primeiro-ministro libanês propôs a antecipação das eleições parlamentares. Neste sábado (8), três deputados renunciaram. Em um país que já estava em um abismo econômico, político e humanitário, a explosão de terça-feira foi a gota d'água. Os manifestantes culpam a classe política e cobram punição dos responsáveis pela tragédia, que deixou 158 mortos e mais de seis mil feridos. Nesse sábado, o primeiro-ministro do Reino Unido conversou com o presidente libanês e prometeu mais ajuda médica e humanitária. E neste domingo, o presidente francês vai lançar uma campanha de doações ao Líbano. Enquanto isso, os manifestantes prometem continuar nas ruas.
Jussara estava com sete meses quando foi diagnosticada com a doença. Ela venceu a Covid depois de 30 dias, sendo 28 na UTI. O bebê não teve a doença, mas precisou ficar mais 30 dias na UTI neonatal. Grávida que teve Covid-19 reencontra filho prematuro que ficou 2 meses internado A brasileira de Minas Gerais Jussara ferreira é uma dessas pessoas que enfrentaram o coronavírus e venceram. Ia tudo muito bem com a gravidez. Jussara estava com sete meses. Em uma consulta de rotina descobriu que estava com sintomas da Covid-19. “Comecei a passar mal, sentindo uma falta de ar e cansaço. Só que aí eu não me preocupei muito, porque eu pensei que fosse a gravidez”, conta Jussara Ferreira, mãe do Eduardo. A piora foi rápida. Jussara foi levada às pressas em uma ambulância para o hospital. Já estava desacordada. Ela precisou ser internada na UTI, e aí os médicos tiveram que tomar uma decisão difícil: interromper a gestação e fazer um parto de emergência. “Os riscos de complicação, a gente não sabia ainda o que poderia acontecer. Risco tanto para a mãe que estava entubada e risco para o bebê devido a prematuridade”, relata Anderson Azevedo, obstetra. A mãe e o recém-nascido prematuro foram separados logo depois da cesárea. Os dois precisaram lutar muito pela vida. Ela venceu a Covid depois de 30 dias, sendo 28 na UTI. Jussara só foi conhecer o filho quando ela recebeu alta. Dudu não teve a Covid, mas ele precisou ficar mais 30 dias na UTI neonatal porque precisava ganhar peso. Neste sábado (8), a mãe foi buscar o filho. Os dois saíram juntos do hospital, em Ipatinga, no leste de Minas. Os sete irmãos de Dudu estavam curiosos para conhecer o caçula. “A família é unida. É um por todos e todos por um. Se um sofre, a família inteira sofre”, afirma Jussara. Família reunida, todos com saúde. Agora sim, a alegria está completa. “Feliz demais. Agradecer a Deus, agradecer a equipe médica”, diz Jussara.
Dom Pedro Casaldáliga estava internado e teve problemas respiratórios em decorrência do Mal de Parkinson. Ele tinha 92 anos. Morre Dom Pedro Casaldáliga, símbolo da defesa dos direitos humanos Morreu neste sábado (8), no interior de São Paulo, um dos maiores defensores dos direitos humanos no Brasil, líder da teologia da libertação. O catalão Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), estava internado. Tinha 92 anos e problemas respiratórios em decorrência do Mal de Parkinson. Nascido na província de Barcelona, na Espanha, em 16 de fevereiro de 1928, ingressou na congregação dos missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria em 1943, sendo ordenado sacerdote em maio de 1952. Em 1968, mudou-se para o Brasil fundando uma Missão Claretiana, no norte de Mato Grosso, região marcada na época pelos conflitos agrários. Na década de 1970 foi nomeado bispo pelo Papa Paulo VI e ajudou na Fundação do Conselho Indigenista Missionário e da Pastoral da Terra. Se tornou referência defesa dos povos tradicionais e por causa disso, foi alvo de processos de expulsão do Brasil durante a ditadura militar. Dom Pedro Casaldália renunciou a função de bispo em 2005, iniciando o tratamento contra o Mal de Parkinson aos 77 anos. Mesmo assim, se manteve ativo nas causas sociais. Em um dos episódios mais marcantes, em 2012, ele apoiou o povo xavante no processo na Justiça pela desocupação da terra indígena de marãiwatsédé, que tinha sido invadida por produtores rurais. Teve que deixar a casa onde vivia, no município de São Félix do Araguaia, por causa de ameaças de morte. Casaldáliga só retornou para Mato Grosso em 2013. Além da atuação pastoral, Dom Pedro era conhecido pela produção literária, tanto de poesias quanto de artigos com temas políticos e ligados a espiritualidade, publicados no Brasil e no exterior. No ano 2000 recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Campinas. Também teve a vida contada em livros, no teatro e no cinema, como no filme "Descalço sobre a terra vermelha", produzido e lançado em 2014 por duas produtoras espanholas em parceria com a TV Brasil. O filme mostra a luta de Dom Casaldáliga contra fazendeiros e pistoleiros.

Receita de Rogério Duarte pode ter substituição de ingredientes comumente encontrados em casa ou de mais fácil acesso. Sobremesa panna cotta de limão siciliano é uma das opções para o cardápio especial de Dia dos Pais Divulgação O Dia dos Pais celebrado neste domingo (9), terá comemorações diferentes por causa do isolamento social como forma de enfrentamento ao novo coronavírus. A pedido do G1 o chefe de cozinha em Divinópolis, Rogério Duarte, ensina a fazer um cardápio especial para homenagear os papais na data deles. De acordo com Duarte, o cardápio escolhido é composto por três opções; entrada com a salada Waldorf, prato principal; filé de tilápia assado no papillote e de sobremesa uma panna cotta de limão siciliano. 'Optei por receitas práticas, saborosas, de custo acessível e que tanto adultos e crianças, com supervisão do pais, possam reproduzir em casa. A ideia é estimular todos a irem para a cozinha e preparar deliciosos pratos para esse dia tão especial em que homenageamos os nosso pais, afinal, não há presente mais afetivo do que oferecer um alimento preparado por nós mesmos", destacou . Duarte ressaltou ainda que, é possível substituir ingredientes por aqueles que cada um tenha em casa ou que seja de mais fácil acesso. Prato de entrada De acordo com o Chefe Duarte, o prato de entrada é uma Salada Waldorf "de origem americana, deliciosa, refrescante e levíssima", destacou. Igredientes 2 maçãs verdes 3 talos de salsão 400 g peito de frango defumado (pode substituir por peito de peru) ¼ de xícara (chá) de nozes 2 limões ¼ de xícara (chá) de iogurte natural ¼ de xícara (chá) de maionese 2 colheres (sopa) de azeite sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto Modo de preparo Lave e seque as maçãs e os talos de salsão, corte as maçãs em cubinhos e coloque o caldo de um limão para não escurecer. Corte o frango defumado também em cubinhos e reserve. Descarte as folhas do salsão e corte o talo em fatias finas e pique as nozes grosseiramente e reserve. Escorra o caldo de limão das maçãs e misture todos os ingredientes, a maçã, o salsão, frango defumado, maionese e iogurte natural. Misture delicadamente, acrescente o sal e a pimenta do reino e por último as nozes. A sugestão do chefe é servir com lâminas de maçã verde. Prato principal O prato principal escolhido por Duarte, foi um filé de tilápia assado no papillote. "Essa técnica é prática, sem bagunça na cozinha e o preparo é super rápido", comentou o chefe de cozinha. O prato principal escolhido por Duarte, foi um filé de tilápia assado no papillote Rogério Duarte / Divulgação Ingredientes Filés de tilápia 1 cebola cortada em lâminas 1 alho poró cortado em lâminas 1 pimentão vermelho 1 pimentão amarelo Ramos de tomilho Azeite Pimenta do reino a gosto Sal a gosto 10 ml de vinho branco por filé 1 limão siciliano (uma rodela por filé) Papel alumínio Modo de preparar Abra uma folha de aproximadamente 30 cm de papel alumínio e coloque a cebola laminada, por cima acrescente o filé de tilápia temperado com sal e pimenta do reino. Coloque sobre o filé, o alho poró, os pimentões laminados, um ramo de tomilho, uma rodela de limão siciliano, um fio de azeite e o vinho branco. Feche o papillote de papel alumínio e leve ao forno pré aquecido a 180 graus por 15 minutos . Abra com cuidado, e sirva imediatamente Sobremesa Panna Cotta de Limão Siciliano, segundo Duarte, é uma releitura da sobremesa italiana preparada com limão. Ingredientes 500 ml de creme de leite fresco 2/3 de xícara de açúcar 1 envelope (12g) de gelatina em pó incolor ou 1 folha 2 limões sicilianos Raspas dos limões Modo de preparo Leve o creme de leite e o açúcar em fogo médio até levantar fervura, desligue o fogo, adicione a gelatina dissolvida, conforme as instruções de preparo e o suco dos limões misturando bem. Distribua em taças ou formas individuais e leve à geladeira até firmar ( mínimo de 8 horas). Sirva com farofa de castanhas do pará, calda de frutas ou frutas frescas da sua escolha com as raspas dos limões.
Na areia, cruzes pretas e mil balões vermelhos simbolizavam as vidas que se foram. Um cartaz questionava o porquê de tantas vítimas no país. Ato em Copacabana homenageia os 100 mil mortos pela Covid-19 Um ato na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, homenageou os 100 mil brasileiros mortos pela Covid. Na areia, cruzes pretas e mil balões vermelhos simbolizavam as vidas que se foram. Um cartaz questionava o porquê de tantas vítimas no país. Márcio Antônio Nascimento, que perdeu o filho para a doença, fez questão de participar. Em um outro protesto feito para chamar a atenção para as mortes na pandemia, em junho, um homem derrubou as cruzes na areia. Foi Márcio quem as recolocou no lugar. Neste sábado (8), voltou ao mesmo lugar para deixar uma mensagem: “Amanhã seria um Dia dos Pais. Eu, como muitos pais, ou muitos filhos, não vão estar ao lado de seus entes queridos. Então, estar aqui para mim representa muito. Porque se eu puder conscientizar apenas uma pessoa, eu já fico muito feliz. Eu acho que meu filho não passou em vão. Eu não posso mudar o mundo, mas se eu puder ajudar alguma pessoa para conscientizar que é importante manter os cuidados, que é importante pensar principalmente no outro. Usar a máscara, eu não uso para pensar em mim, só. Eu uso para pensar no outro”.

Foram confirmadas 601 mortes em decorrência da Covid-19 no estado. Todos os 16 municípios têm pacientes testados positivos. Veja as últimas notícias sobre o coronavírus no Amapá Foram confirmadas 601 mortes em decorrência da Covid-19 no estado. Todos os 16 municípios têm pacientes testados positivos. Coronavírus: o que é preciso saber? Veja perguntas e respostas

O parto teve que ser antecipado para reduzir os riscos tanto para a mãe, quanto para o bebê. Grávida que teve Covid-19 reencontra filho prematuro que ficou 2 meses internado Após pegar Covid-19 durante a gravidez, ter um bebê prematuro, esperar um mês para poder se aproximar do recém-nascido e outro mês para vê-lo se recuperar, a mineira Jussara Anísio Ferreira finalmente pôde levar seu filho caçula para casa para conhecer o restante da família, neste sábado (8). A saga de Jussara, de 42 anos, começou quando ela estava no sétimo mês da gravidez e, numa consulta de rotina, descobriu que estava com sintomas da Covid-19. “Comecei a passar mal, sentindo uma falta de ar e cansaço. Só que aí eu não me preocupei muito, porque eu pensei que fosse a gravidez”, relatou Jussara. A piora foi rápida e Jussara foi levada às pressas numa ambulância para um hospital, em Ipatinga, no Leste de Minas, já desacordada. Ela precisou ser internada na UTI e os médicos tiveram que tomar uma decisão difícil: interromper a gestação e fazer um parto de emergência. “Havia riscos de complicação e a gente ainda não sabia o que poderia acontecer. Havia risco tanto para a mãe, que estava entubada, e para o bebê, devido a prematuridade”, contou o médico obstetra, Anderson Azevedo. A mãe e o recém-nascido prematuro foram separados logo depois da cesárea. Os dois precisaram lutar muito pela vida. Ela venceu a Covid depois de 30 dias, sendo 28 na UTI. Jussara teve um parto as pressas para conseguir salvar a vida do filho, após se diagnosticada com Coronavírus. TV Globo Jussara só foi conhecer o filho quando ela recebeu alta, no dia 28 de junho. Eduardo, ou Dudu, como é chamado pela mãe, não teve a doença, mas ficou mais 30 dias na UTI neonatal para ganhar peso. Finalmente, o bebê teve alta neste sábado (8) e pôde conhecer o restante da família. Eduardo, ou Dudu, como é chamado pela mãe, ficou mais de 30 dias internado para pegar peso. TV Globo. Na chegada em casa, os sete irmãos de Dudu estavam curiosos para conhecer o caçula. A mãe estava realizada ao ver a família toda unida. “A família é unida, é um por todos e todos por um. Se um sofre, a família inteira sofre. Estou feliz demais. Agora é agradecer a Deus e a equipe médica. Estou sem palavras”. A família mora no interior do estado. Os sete irmãos aguardavam, ansiosos, pela chegada de Dudu. TV Globo.
Com os leitos 100% ocupados, a Santa Casa de Campo Grande precisa usar o ambu. Cada profissional fica 30 minutos apertando o aparelho, até ser substituído. Sem respiradores, médicos usam unidade manual de respiração artificial em UTIs do MS Em Mato Grosso do Sul, devolver a saúde para quem precisa de um respirador neste momento da pandemia é uma tarefa para heróis. No maior hospital de Mato Grosso do Sul, especialista em trauma, já não há mais respiradores suficientes para todo mundo. Com os leitos ocupados, a Santa Casa de Campo Grande precisa usar o ambu, sigla em inglês para unidade manual de respiração artificial. Um equipamento improvisado. “Quando não há essa disponibilidade, a gente não pode cruzar o braço e ficar olhando o paciente morrer. A gente precisa dar um suporte para ele”, conta Rodrigo Quadros, especialista em medicina de emergência. Cada profissional fica 30 minutos apertando o aparelho, até ser substituído. Alguns pacientes precisaram desse suporte por até seis horas. "Essa pessoa não é uma máquina. Então, a gente vê que por algum motivo se eu como pessoa cansar meu braço e descansar ele, parar de fazer aquilo, uma outra pessoa morre”, relata o médico. No mês de abril, quando a pandemia chegava a Campo Grande, o isolamento social na cidade alcançou a marca de 55%. Já no mês de julho, mesmo com o aumento dos números da Covid-19, essa adesão ao isolamento caiu para 33%. Esse fato não só ajuda na propagação da doença, como também traz outros problemas. Se comparado o mês de abril com o mês de julho só os acidentes com mortes cresceram 350%. “Eu estava de serviço. Tinha terminado a minha rota e estava indo para casa, e um senhor me acertou”, conta Júlio de Paula Carvalho, entregador. "Quanto menos pessoas nas ruas, menos chances de acidentes. Quanto menos acidentes, menos pessoas vão parar nos hospitais, nas UTIs. E a gente precisa muito desses leitos de UTIs liberados”, destaca Janine de Lima Bruno, diretor-presidente Agência de Trânsito. Mato Grosso do Sul já passou dos 30 mil casos confirmados e já são quase 500 mortes. A taxa de ocupação dos leitos de UTI da rede pública na macrorregião de Campo Grande está em 99%.
Bispo Dom Pedro morreu neste sábado (8) aos 92 anos. Ele estava internado em Batatais (SP). Dom Walmor lamenta morte do Bispo Dom Pedro Casaldáliga, conhecido por defender direitos d O presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, divulgou um vídeo, neste sábado, lamentando a morte do Bispo Dom Pedro Casaldáliga, que faleceu hoje, aos 92 anos, no município de Batatais, em São Paulo. O Bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro ficou conhecido por suas posições políticas e pelo trabalho pastoral ligado a causas como a defesa de direitos dos povos indígenas e o combate à violência dos conflitos agrários. Dom Walmor ressaltou que Dom Pedro era corajoso e que estava sempre ao lado dos pobres, pronto para ajudar. "Ele pregou o evangelho em cada atitude. A coragem que marcou a sua vida é própria de quem cultiva no coração uma fé sólida". O arcebispo ressaltou ainda os trabalhos de Dom Pedro com o objetivo de combater as injustiças. "Peço em orações que seu exemplo possa inspirar cada vez mais atitudes contra injustiças".
Empresa entrou com pedido de recuperação judicial e 105 empregados foram demitidos com o fechamento das lojas. Empresa fecha sete lojas no Espírito Santo A Ricardo Eletro fechou as sete lojas que funcionavam no Espírito Santo. A empresa entrou com pedido de recuperação judicial. Ao todo, 105 empregados foram demitidos. A empresa anunciou que terá um novo modelo de vendas, concentrado apenas no comércio digital. Com isso, todas as lojas físicas do país serão fechadas. A empresa emitiu uma nota explicando que estava lidando com dificuldades financeiras, mas o processo de retomada foi interrompido pela pandemia da Covid-19. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
De Norte a Sul, depoimentos de brasileiros que perderam pais, filhos, avós, irmãos, amigos para o novo coronavírus, que matou mais de 100 mil pessoas no país. Parentes lembram vítimas da pandemia que atinge brasileiros de várias origens e idades A homenagem dos colegas foi com um som bem conhecido de Sônia. O anel da formatura era o orgulho da técnica de enfermagem que abraçou tarde a profissão. Já com dois filhos, e contrariando o marido ciumento, ela retomou os estudos que tinha abandonado quando criança. Se formou e durante 25 anos cuidou de pessoas em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. “Lembro dela como vencedora. Cada dificuldade que tivemos na vida, nós conseguimos passar. Conseguimos sobreviver”, lembra Anderson Nogueira Glória, filho de Sônia. No meio da pandemia, a enfermeira virou paciente. Foi internada com Covid-19. Sônia completou 61 anos no dia 19 de julho. Passou o aniversário no hospital, já entubada, longe da família. Morreu dez dias depois, da doença que tanto temia. “Ela falava que tinha medo de trabalhar, avisava ‘meu filho, as famílias estão sofrendo’”, conta Anderson. “Ela que sempre foi a base da nossa família, ela que sempre estruturou tudo que a gente fazia, os filhos, a neta. A vida da minha mãe era isso, trabalhar e cuidar da família”, conta Thais Cristina Gloria, filha da Sônia. Apaixonado por churrasco, Odgar era casado, pai de dois filhos. “Em casa, ele era uma pessoa muito alegre, muito divertido, companheiro de 31 anos e só tenho uma imagem linda dele junto conosco”, lembra Silvia Maria Zoraski, viúva de Odgar. Em Curitiba, onde morava, a firmeza e a simplicidade foram reconhecidas no trabalho. De inspetor a diretor e comandante emérito da Guarda Municipal. Mais uma história interrompida pelo coronavírus, que infectou a família inteira. Odgar lutou 29 dias na UTI e morreu essa semana, aos 60 anos. “É tudo muito rápido, é que nem o furacão mesmo, passa e faz um estrago e você ainda fica refém, não sabendo se ela pode voltar”, diz a viúva. A Prefeitura de Curitiba decretou luto oficial e o comandante foi homenageado com uma carreata. Alegre, extrovertida, cheia de amigos. “Tinha um coração gigante, não podia ver alguém que precisasse, ela queria ajudar”, conta o viúvo de Arícia Claudinei Pinheiro da Silva. Arícia foi internada em maio durante uma gravidez de risco. No hospital, veio o diagnóstico de Covid. A dona de casa foi transferida para Manaus e um dia depois de Arícia ser entubada, a filha nasceu em uma cesárea de emergência. Arícia chegou a melhorar, mas teve paradas cardíacas e morreu aos 28 anos. “Eu vi muito na TV essa questão, a gente se perguntava se era para tudo aquilo. Todo mundo que tem que se prevenir sim, porque é uma doença invisível, mas existe”, afirma o viúvo. Faltavam poucos meses para a festa de 50 anos de casamento quando Dona Berenice foi internada em Feira de Santana, no interior da Bahia. “Foi um transtorno para nossa família porque a gente ficou sem chão”, lamenta Estela Santana de Souza, filha de Berenice. O marido José, a filha e outros três parentes também se contaminaram com o novo coronavírus. Seu José conseguiu se recuperar, mas Dona Berenice, de 76 anos, não resistiu às complicações. Ela tinha diabetes e hipertensão. “Ela sempre teve medo de morrer, mas ela sempre falou que queria que a gente pudesse fazer a última homenagem a ela e a gente não podia ir até o cemitério. Acho que o mais difícil foi isso, não poder se despedir”, lembra Bianca de Souza Amorim, neta de Berenice. Entre os descendentes dos primeiros habitantes do Brasil, a Covid-19 também fez vítimas. Na aldeia indígena Guadalupe, no Mato Grosso, três parentes do líder Lúcio Xavante morreram da doença. Verônica Wautomoto´õ era professora. Pascoalina Rêtari´õ trabalhava como assistente social. O tio Hilário Abreta Awe Predzawe estudava na Universidade Federal de Goiás. “Nós temos muito medo ainda. Medo de se contaminar porque a Covid se alastrou em todo território xavante. Só resta a saudade. Sempre nós vamos estar assim lembrando com essa dor”, lamenta Lúcio Xavante, líder da Aldeia Nossa Senhora de Guadalupe. O líder xavante resume o sentimento diante das mortes nas cinco regiões do país. Na língua ancestral, um desejo para os povos da cidade e da floresta: “Saúde para todos”.

Osasco, Barueri e Itapevi afirmam que vão pedir reavaliação ao governo do estado e judicializar a questão para se manterem na fase amarela do Plano São Paulo. Municípios dizem que indicadores individuais das cidades são diferentes da região onde estão inseridos. Plano São Paulo rebaixa cidades da região oeste Três das sete cidades da Região Oeste da Grande São Paulo, rebaixadas para a fase laranja do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena, anunciaram neste sábado (8) que não vão seguir a determinação do governo do estado e vão manter as regras de flexibilização da fase amarela. Osasco, Barueri e Itapevi não receberam bem a notícia do rebaixamento e afirmaram que vão manter o comércio aberto, mesmo com a recomendação do governo do estado para adoção de medidas mais restritivas. O prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), afirmou que vai pedir reavaliação das cidades ao Comitê de Contingência do Coronavírus de SP e também judicializar a questão. “O Plano São Paulo determinou que Osasco está individualmente na fase amarela, então, vamos seguir isso. Vamos pedir uma reconsideração tanto para o Governo do Estado de SP, quanto para o poder judiciário para usar, permanecer na fase amarela, não na fase laranja, que é uma fase regional e não municipal”, disse Lins. “Enquanto não tiver nenhuma manifestação contraria a isso, vou obedecer a classificação da cidade de Osasco. Eu não respondo pela região. No Plano São Paulo, Osasco está classificado com uma nota numero 3, que deixa a cidade na fase amarela”, argumenta o prefeito. Outro município que também não concordou e vai continuar na fase amarela é Barueri. O prefeito da cidade, Rubens Furlan (PSDB), até postou um vídeo nas redes sociais falando sobre o assunto. “Fui surpreendido porque todas as exigências estabelecidas pelo estado estamos cumprindo rigorosamente. Estamos abaixo dos índices que eles exigem, que a gente tem que permanecer na fase amarela. Dos seis itens que o estado estabelece, três deles nos coloca numa fase 3 verde. Não tem nenhuma razão para estar na cor laranja. Aqui em Barueri nós vamos permanecer na cor amarela por decreto meu”, afirmou o prefeito. Osasco e região voltam para a fase 2-laranja do Plano São Paulo A Prefeitura de Itapevi também não concordou com a reclassificação e recorreu à Justiça neste sábado (8) para continuar na fase amarela. “Desde o início da pandemia, priorizamos a vida da população e nos preocupamos muito com a geração de emprego e renda na cidade. Hoje, Itapevi está com sistema de saúde controlado e seguro, não há necessidade de regredir para ‘fase laranja’, como o estado determina. Por este motivo ingressamos na Justiça com pedido para que mantenha o município na ‘fase amarela’”, declarou o prefeito de Itapevi, Igor Soares (Podemos). Reclassificação Ao todo, sete cidades da Região Oeste regrediram no Plano São Paulo e agora terão que voltar a adotar medidas mais rígidas de isolamento social na fase 2 - laranja: Osasco Barueri Carapicuíba Itapevi Jandira Pirapora do Bom Jesus Santana de Parnaíba Santana de Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus decidem se ficam ou não na fase laranja na segunda-feira (10). Jandira disse que está com os indicadores da fase verde e que não espera regredir. Carapicuíba ainda avalia os dados da saúde. Segundo o governo paulista, as sete cidades foram rebaixadas por conta do aumento do número de mortes e casos confirmados da Covid-19 na região. "No caso da Região Oeste, nós tivemos um aumento de internações, de casos e de óbitos. De internações [o aumento foi] de 7%, um aumento de óbito de 11% e um aumento de casos [confirmados da doença] de 43%. Esse aumento de óbitos que foi o principal ponto, que fez com que a região retrocedesse para a fase laranja", afirmou a secretária estadual do Desenvolvimento Econômico, Patrícia Helen. Na fase 2 - laranja, as cidades precisam obedecer as seguintes regras de restrição: Academias e salões de beleza vão ter que fechar; Bares e restaurantes não podem receber clientes. só podem funcionar com os serviços entregas; Escritórios e comércio terão que reduzir o horário de funcionamento; Shoppings vão ter que limitar a capacidade e ter horário reduzido de funcionamento. Atualização do Plano São Paulo nesta sexta-feira (7 de agosto). Divulgação/Governo de SP Governo de SP O governo de São Paulo atualizou nesta sexta-feira (7) a situação das regiões no Plano São Paulo de reabertura gradual das atividades econômicas e anunciou que nove regiões avançaram para a fase amarela, que permite o funcionamento de bares, restaurantes, comércio e outras atividades não essenciais. Apenas uma região foi rebaixada. A mudança feita pela gestão João Doria (PSDB) nas regras de ocupação de leitos de UTI e margem de erro nos critérios de evolução da epidemia permitiu que as regiões fossem para a fase amarela com mais facilidade. Entre elas, Ribeirão Preto e Piracicaba, que estavam na fase vermelha na última sexta-feira (31) devido ao alto índice de ocupação hospitalar, e foram agora direto para a fase amarela. Com a nova classificação, 86% da população do estado está agora na fase amarela. Embora a meta inicial para a volta da aulas presenciais tenha sido alcançada, o governo decidiu adiar o retorno às escolas no estado para 7 de outubro. As regiões de Araçatuba, Marília, Bauru, Sorocaba, Taubaté, Campinas, e São João da Boa Vista passaram da fase 2 (laranja) para a fase 3 (amarela) nesta sexta-feira (7). Já as regiões de Piracicaba e Ribeirão Preto, migraram direto da fase 1 (vermelha), em que apenas serviços essenciais são permitidos para a fase amarela. A única região que regrediu nesta sexta foi a Grande São Paulo Oeste (Barueri, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora de Bom Jesus, Santana do Parnaíba), que passou da fase amarela para a fase laranja. Com isso, a área se junta à subregião Norte da Grande São Paulo (Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Mairiporã), que já estava na fase laranja e permaneceu. O restante da Grande São Paulo, incluindo a capital, permanece estável na fase amarela. As alterações do Plano São Paulo acontecem a cada 2 semanas, quando é permitido que as regiões evoluam de fase. No entanto, caso exista piora nos índices, as regiões podem regredir na semana de intervalo. Essa foi a primeira reclassificação no Plano São Paulo após as mudanças de critério feitas pela gestão no dia 27 de julho, que alteraram critérios os índices monitorados, como por exemplo, o percentual máximo de leitos de UTI ocupados permitidos nas fases amarela e verde. Principais alterações nos critérios de classificação do Plano São Paulo: Taxa máxima de ocupação de UTI para uma região passar da fase laranja para a amarela passou de 70% para até 75%. Taxa máxima de ocupação de UTI para uma região passar da fase amarela para a verde passou de 60% para um percentual entre 70% e 75%. Regiões estão impossibilitadas de avançarem ou regredirem de fase por ponto percentual, por isso, a gestão desenvolveu uma margem de erro de 0,1 para critérios de evolução da epidemia e de 2,5 para capacidade do sistema de saúde. Foram acrescentados os critérios de óbito e internação para cada 100 mil habitantes para que uma região passe da fase amarela para a verde. Regiões devem passar 28 dias consecutivos na fase amarela antes de evoluírem para a fase verde. Governo do estado adia retorno das aulas presenciais para outubro Regiões na fase vermelha: Franca Registro Regiões na fase laranja: Sub-região Oeste da RMSP Sub-região Norte da RMSP São José do Rio Preto Barretos Presidente Prudente Regiões na fase amarela: Baixada Santista Município de São Paulo Sub-região Leste da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) Sub-região Sudeste da RMSP Sub-região Sudoeste da RMSP Araraquara Araçatuba Ribeirão Preto Piracicaba Bauru Marília Sorocaba São João da Boa Vista Taubaté Campinas Plano São Paulo Para começar a reabertura do estado em 1º de junho o governo dividiu o território de acordo com as 17 Divisões Regionais de Saúde (DRS). A Grande São Paulo foi subdividida em outras 6 regiões, uma para a capital e outras 5 para cada grupo de cidades da Região Metropolitana. A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente em cada uma dessas regiões. Os critérios que baseiam a classificação das regiões são: ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs); total de leitos por 100 mil habitantes; variação de novas internações, em comparação com a semana anterior; variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior; variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior. Na fase verde também é considerado óbitos e casos para cada 100 mil habitantes; Esses critérios definem em qual das cinco fases de permissão de reabertura a região se encontra: Fase 1 - Vermelha: Alerta máximo Fase 2 - Laranja: Controle Fase 3 - Amarela: Flexibilização Fase 4 - Verde: Abertura parcial Fase 5 - Azul: Normal controlado Reabertura de setores da economia: Fase vermelha: Permitido o funcionamento apenas de serviços essenciais. Fase laranja: Também podem reabrir imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shoppings podem reabrir, mas com restrições. Fase Amarela: Também podem reabrir salões de beleza, bares, restaurantes, academias, parques e atividades culturais com público sentado podem funcionar, mas com restrições. Fase verde: Também podem reabrir eventos, convenções e atividades culturais com público em pé poderão voltar a acontecer quando houver uma estabilidade de quatro semanas do estado de São Paulo na fase verde (4), também com restrições. Initial plugin text

Confira destaques do JAM 2ª Edição deste sábado, 8 de agosto de 2020. Confira destaques do JAM 2ª Edição deste sábado, 8 de agosto de 2020.


Veja todos os vídeos do Jornal Anhanguera 2ª Edição de sábado, 8 de agosto. Veja todos os vídeos do Jornal Anhanguera 2ª Edição de sábado, 8 de agosto.
Suspeito do crime é o tio da criança. Caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelo Conselho Tutelar. Criança de 10 anos engravida depois de ser estuprada em São Mateus, no ES Uma criança de 10 anos engravidou depois de ser estuprada, em São Mateus, no Norte do Espírito Santo. O suspeito do crime é o tio da vítima. A menina denunciou o caso para a polícia neste sábado (8). De acordo com a Polícia Militar, a menina deu entrada no Hospital Estadual Roberto Silvares acompanhada de um familiar informando ter sido vítima de estupro e estar grávida. O suspeito do crime é um tio da criança. Para a polícia, a menina contou que era vítima do crime desde os 6 anos e que não denunciou com medo das ameaças. A gravidez, de mais ou menos 3 meses, foi confirmada por um exame de sangue. A polícia foi até a casa do suspeito, mas ele já tinha fugido. O homem ainda não foi localizado. O caso é investigado pela Polícia Civil e será acompanhado pelo Conselho Tutelar. A menina foi levada para um abrigo da cidade, onde aguardará até alguma decisão da Justiça. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
De acordo com a polícia, suspeito atirou contra os policiais, que revidaram dando um tiro que acertou a cabeça dele. Homem é baleado durante troca de tiros com a polícia em Itajubá Um homem foi baleado após uma troca de tiros com a Polícia Militar na tarde deste sábado (8) em Itajubá (MG). Segundo os militares, eles foram atender uma denúncia de que um homem estava armado no bairro pessegueiros e, chegando ao local, o suspeito atirou contra os policiais, que revidaram dando um tiro que acertou a cabeça do homem. Ele foi socorrido pela polícia e encaminhado para o Hospital Escola. O hospital, até esta publicação, não havia informado o estado de saúde da vítima. De acordo com a Polícia Militar, o policial que fez o disparo foi encaminhado para a Justiça Militar. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Primeiro óbito em decorrência do coronavírus preocupou a população. Prefeitura diz que número de atendimentos por síndrome gripal aumentou. São João Batista do Glória restringe turistas e adota toque de recolher São João Batista do Glória resolveu proibir o turismo. A medida foi adotada por conta de os casos de Covid-19 terem aumentado na cidade e, por isso, a decisão foi de restringir visitantes. Até mesmo toque de recolher foi instituído para os moradores. As barreiras sanitárias foram intensificadas nos principais acessos da cidade. O controle de quem entra e sai do município é feito 24 horas. No ponto é feita aferição da temperatura, medida para tentar desacelerar a disseminação do coronavírus. “Como as pousadas dentro do município estão fechadas, o pessoal procura muoit a nossa divisa com Delfinópolis, porque o acesso com o gloria é mais fácil e próximo. O pessoal chega na barreira, os meninos perguntam quando tem uma reserva ou vão passear na serra próxima a Delfinópolis, a gente orienta para que retorne até a ponte de divisa, que tem um desvio em que é possível acessar”, destacou o diretor municipal de Turismo, Leandro Costa. As barreiras sanitárias foram intensificadas nos principais acessos a São João Batista do Glória (MG) Reprodução/EPTV Aumento de casos De acordo com o último boletim divulgado pela prefeitura, São João Batista do Glória contabiliza 35 casos positivos para o novo coronavírus, com uma morte. O óbito, de acordo com a prefeitura, preocupou os moradores e, nos últimos dias, os casos de síndrome gripal aumentaram. “Nos últimos dias, a gente está tendo uma procura muito grande pelas unidades de saúde, os pacientes estão tendo síndrome gripal. O que assustou também foi que a gente teve um óbito e percebeu que os casos positivos estão crescendo”, explicou Waylane Nogueira da Silva Cintra, secretária de Saúde. Toque de recolher e restrição do comércio Outra medida adotada na cidade foi em relação ao funcionamento do comércio. A abertura foi restringida e apenas os serviços essenciais podem operar. Além disso, a prefeitura impôs toque de recolher na cidade. Com isso, os moradores precisam respeitar a medida, que vale das 20h de um dia até as 4h do outro. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Valor pago a quem colocou o CPF em notas fiscais nas compras é o dobro do distribuído em julho. No total, 5,7 milhões de contribuintes pediram CPF na nota em maio e poderão fazer o resgate Fabiana De Mutiis/G1 O programa Nota Paraná liberou R$ 16,5 milhões em créditos para quem colocou o CPF na nota nas compras de maio deste ano, de acordo com o governo estadual. A liberação ocorreu na sexta-feira (7). O valor distribuído neste mês é o dobro do total de julho, segundo o governo. São R$ 14,9 milhões para consumidores com CPF identificado e R$ 1,6 milhão para entidades sem fins lucrativos. No total, 5,7 milhões de contribuintes pediram CPF na nota em maio e poderão fazer o resgate com depósito em conta-corrente ou optar por deixar o valor acumular para pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA). Ainda segundo o governo, também serão beneficiadas neste mês 1.304 entidades de todas as regiões do Estado que receberam a doação de notas fiscais por parte dos contribuintes. Desde que foi lançado, em agosto de 2015, o Nota Paraná já pagou R$ 1,9 bilhão entre créditos e prêmios, informou o governo. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.


A prisão dos ambulantes foi registrada na quarta-feira (5), após fiscalização feita pela Prefeitura no Centro. Imagens mostram tumulto e confronto entre ambulantes e a Polícia Militar em Uberlândia Os setes senegaleses que haviam sido detidos em Uberlândia na última quarta-feira (5), após uma confusão registrada no Centro, foram liberados e já estão com as famílias. Segundo a Polícia Militar (PM), eles haviam sido detidos por desacato, resistência à prisão, desobediência, lesão corporal e dano ao patrimônio público, após uma fiscalização feita pelo Procon no Centro. No dia das prisões, dois tumultos foram registrados durante fiscalização feita pela Prefeitura Municipal, na Praça Tubal Vilela, e sete senegaleses, que vendiam produtos na região, foram presos. Segundo a Prefeitura, o objetivo da força-tarefa era dissipar aglomerações e coibir o comércio irregular. Pela manhã, alguns ambulantes protestaram. Mas, no início da tarde, outro grupo revidou e a polícia interviu usando tiros de borracha. Explicações Estrangeiros na cidade Durante coletiva na quinta-feira (6), o procurador Fernando Martins, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), falou sobre questões envolvendo estrangeiros no país e problemas sociais enfrentados por eles. “Esse choque de valores vem antes da pandemia. Precisamos entender que essas pessoas estão aqui porque foram acolhidas pelo Brasil e o país demonstra uma maturidade. Mas as políticas públicas não trazem perspectivas para essas pessoas serem acolhidas. É um problema em todo o Brasil”, declarou. Ele também reforçou que a fiscalização é feita com respaldo do MPMG. "Recebi denúncias pelos fiscais que demonstraram receio de trabalhar. Todos são muito preparados, eles só saem para fiscalizar com portarias. Nós damos chance para quem está sendo fiscalizado, só demos instauramos processos", disse. Intervenção da polícia Ambulantes conversando com fiscais da Prefeitura e com a Polícia Militar, no Centro de Uberlândia Reprodução/TV Integração Segundo o comandante do 17º Batalhão da PM, Tenente-Coronel Wesley Rodrigues, uma ação de fiscalização na região central foi planejada com a Prefeitura, voltada aos ambulantes que ocupavam de forma irregular praças e calçadas. O tenente também afirmou que a confusão na tarde de quarta-feira começou após os senegaleses tomarem conhecimento de que os produtos deles seriam apreendidos. “Eles disseram que não deixariam levar o material. Quando os fiscais recolheram, os ambulantes intimidaram as equipes e não deixaram os fiscais saírem com veículos do local”, explicou. Nesse momento, conforme disse a polícia, duas pessoas danificaram veículos oficiais e a polícia reagiu. Prefeitura O secretário de Meio Ambiente e Serviços Urbanos, João Júnior, disse durante a coletiva que fiscalizações são feitas desde março para evitar aglomerações e garantir cumprimento das normas de combate à Covid-19. “Na região central, foram três meses agindo tranquilamente, pois nosso intuito não é apreender mercadorias, mas orientar os comerciantes sobre cumprir as leis municipais. Mas, recentemente, os fiscais começaram a receber ameaças verbais e serem hostilizados. Tentamos diálogo e não conseguimos. Então pedimos apoio da polícia”, justificou.

Paciente gravou vídeo no Mário Gatti para mostrar uso indevido do equipamento de proteção. Prefeitura diz que denúncia deve ser apurada e profissionais podem ser punidos. Coronavírus: funcionários do Hospital Mário Gatti são flagrados sem máscara Funcionários do Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, em Campinas (SP), foram flagrados sem máscaras enquanto conversavam com outras pessoas na recepção do pronto-socorro, neste sábado (8). As imagens foram gravadas por um paciente que esperava por atendimento na unidade de saúde. O vídeo mostra que alguns trabalhadores deixam as proteções no queixo, enquanto um deles chega a deixar a máscara pendurada na orelha. O uso é obrigatório em ambientes públicos ou particulares com circulação de pessoas para evitar a disseminação do novo coronavírus - doença que até esta tarde já deixou 21.076 infectados na metrópole, incluindo 804 mortes desde o início da pandemia. Em uma das situações registradas, uma funcionária conversa com um paciente; e também foram feitos registros de profissionais que estavam em contato com outros colegas de trabalho. O descaso também foi notado durante o trabalho de uma funcionária da limpeza do hospital. Funcionários do Hospital Mário Gatti são vistos sem máscara no período de trabalho. Reprodução/EPTV 2 O que será feito? Em nota, a prefeitura informou que os equipamentos de proteção estão disponíveis para uso e que os funcionários são treinados e capacitados. Além disso, destacou que a vestimenta é protocolo de segurança e a denúncia deve ser apurada. Se comprovada, os profissionais serão punidos. Funcionária da área da limpeza de Mário Gatti usa máscara de forma inadequada Reprodução/EPTV 2 Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Erros e acertos no uso da máscara de proteção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

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Apreensões ocorreram neste sábado (7). Material estava com um jovem que já tem passagem pela polícia pela prática de assaltos e tráfico de drogas. Arma de fogo foi apreendida na casa do suspeito Polícia Militar/Divulgação As Polícia Militar e Civil apreenderam uma arma de fogo e uma pedra de droga de 24 gramas durante investigações em Oriximiná, no oeste do Pará. O caso aconteceu neste sábado (8). De acordo com a polícia, o jovem conhecido como "Thiaguinho" é suspeito de vários assaltos no município e já estava sendo monitorado pelas equipes. Ao fazer diligências na casa do jovem, a polícia encontrou a arma e a droga, além de outros pertences que podem ter sido fruto de assaltos. Quase 25 gramas de drogas foram encontradas na casa do suspeito Polícia Militar/Divulgação Ainda de acordo com a polícia, "Thiaguinho" responde pelo crime de tráfico de drogas. A arma, a drogas e os objetos foram apresentados juntamente com "Thiaguinho" na delegacia de Oriximiná.
Neste sábado (8), o país chegou à marca de cem mil mortos por Covid. Segundo a Constituição, a saúde é um direito de todos. E todos os governantes têm a obrigação de proporcionar aos cidadãos esse direito. Cem mil vidas perdidas na pandemia: todo cidadão brasileiro tem direito à saúde Todo cidadão brasileiro tem o direito à saúde. E todos os governantes brasileiros têm a obrigação de proporcionar aos cidadãos esse direito. As ações dos governantes precisam ter como objetivo diminuir o risco de a população ficar doente. E não somos nós que estamos dizendo isso. É a Constituição brasileira — que todas as autoridades juraram respeitar. Está registrado no artigo 196: “A saúde é direito de todos e dever do Estado garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.“ Mas o Brasil está há 12 semanas sem um ministro da Saúde titular. São 85 dias, desde 15 de maio. Dois médicos de formação deixaram o cargo de ministro da Saúde porque pretendiam seguir as orientações da ciência. E o presidente Bolsonaro não concordou com essa postura deles. Primeiro, o presidente menosprezou a Covid. Chamou de gripezinha. Depois, quando um repórter pediu que ele falasse sobre o número alto de mortes, Bolsonaro disse que não era coveiro. Disse duas vezes: “Não sou coveiro.” Quando os óbitos chegaram a cinco mil, a resposta dele a um repórter foi um: “E daí?”. Agora, o presidente repete que a pandemia é uma chuva, e que todos vão se molhar. Ou que a morte é o destino de todos nós, e que temos de enfrentar a doença. Como se fosse uma questão de coragem. Como se nada pudesse ter sido feito. Quando cientistas defendiam mundo afora o isolamento social como única medida capaz de conter o avanço dessa tragédia, os brasileiros viam o presidente criticar essa iniciativa diariamente — na contramão do bom senso daqueles governadores que a defendiam. O resultado disso foram a confusão e a perplexidade de muitos cidadãos, que ficaram sem saber em que acreditar. E um isolamento capenga, insuficiente para atingir plenamente o seu objetivo. No Jornal Nacional você viu filas enormes de desesperados em busca de um leito salvador de UTI. Filas que se formavam e se formam porque os leitos não foram comprados a tempo e na quantidade adequada por prefeitos, por governadores e pelo presidente. Ou porque a falta de isolamento social deixou de achatar a curva de contaminados e sobrecarregou o sistema de saúde. Diante disso tudo, é necessário relembrar a Constituição, porque isso nos leva a uma pergunta importantíssima. Nós já mostramos o que diz o artigo 196: é dever das autoridades que governam o país implementar políticas que visem a reduzir o risco de doenças. A pergunta que se impõe é: o presidente da república cumpriu esse dever? Entre os governadores e prefeitos, quem cumpriu? Quem não cumpriu? Mais cedo ou mais tarde, o Brasil vai precisar de resposta para essas perguntas. É assim nas democracias e nas repúblicas em que todos temos direitos e deveres. E onde ninguém está acima da lei. Essa resposta vai ter que ser dada principalmente em respeito às famílias de mais de cem mil brasileiros mortos. Porque eles não podem ser vistos só como números. E o Jornal Nacional não vai se cansar de repetir. Essas vidas perdidas eram de brasileiros como todos nós. Não eram pessoas que estavam fadadas a morrer por qualquer outro motivo. Elas morreram de Covid. Deixaram uma família em dor, amigos, colegas de trabalho, conhecidos. Nós não podemos nos anestesiar. Cem mil pessoas. Nós reconhecemos a dor de todos os que perderam alguém querido nessa pandemia. Nós respeitamos essa dor. E manifestamos a nossa solidariedade irrestrita com cada um.

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Lázaro Marques de Souza Filho tinha 61 anos e estava internado em um hospital de Uberlândia. Lázaro Marques de Souza Filho era vereador em Prata Câmara de Prata/Divulgação O presidente da Câmara de Vereadores de Prata, Lázaro Marques de Souza Filho, morreu aos 61 anos de idade em decorrência do coronavírus, na noite de sexta-feira (7). A informação foi confirmada pela Prefeitura ao G1. O sepultamento foi realizado em Prata, na manhã deste sábado (8). Lázaro foi diagnosticado com Covid-19 no dia 27 de junho e estava internando há cerca de 40 dias em um hospital de Uberlândia. Em nota publicada nas redes sociais, a Câmara de Prata manifestou profundo pesar pelo falecimento do parlamentar, que estava no primeiro mandato e era pré-candidato nas eleições deste ano. "Lázaro Marques, além de ter sido um homem de bem, pautou a sua vida em servir ao próximo, foi um agente político engajado aos mais nobres interesses de nossa população, atuou fortemente nas demandas do homem do campo e distritos de nosso município". A Prefeitura de Prata também emitiu uma nota de pesar pela morte de Lázaro, se solidarizando com os familiares e amigos do vereador.
Acompanhe em tempo real a atualização das informações Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia Acompanhe em tempo real a atualização das informações Confira perguntas e respostas sobre o assunto. Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Bem Aqui: com a plataforma da RPC é possível encontrar os estabelecimentos e serviços que estejam atendendo

Por determinação da justiça as empresas têm até a próxima segunda-feira (10) para se manifestar. Obras começaram há um ano e estão perto de terminar. Ministério Público de MG pede paralisação de obras de centrais hidrelétricas em Alagoa O Ministério Público de Minas Gerais pediu a paralisação das obras de duas centrais geradoras de energia elétrica que estão sendo construídas no rio Aiuruoca, no município de Alagoa (MG). O objetivo é avaliar melhor os impactos sócias e ambientais da obra, que fica em uma área de proteção ambiental. São pelo menos dois quilômetros e meio de obras próximas às margens do rio. As máquinas trabalham no mesmo trecho para construir duas centrais geradoras hidrelétricas: a Alagoa II e a Alagoa III. Preocupados com os impactos ambientais da obra, um grupo de moradores da região começou a postar vídeos e comentários na página do SOS Rio Aiuruoca, em uma rede social. Segundo a Agência Nacional de Aguas, o rio Aiuruoca tem uma das nascentes mais altas do país: está a mais de 2.500 metros de altura no alto da Serra da Mantiqueira, entre os Estados do Rio de Janeiro de e Minas Gerais. As águas e as matas dessa região são parte da área de proteção ambiental da Serra da Mantiqueira. Por isso, as obras chamaram a atenção dos moradores. “O que gerou grande negação é que boa parte da população regional se quer sabia que esses empreendimentos estavam em fase de construção. E os impactos na área são incompatíveis às licenças emitidas”, destacou Polyana Mendes, porta-voz do coletivo SOS Rio Aiuroca. Centrais geradoras de energia elétrica que estão sendo construídas no rio Aiuruoca em MG Reprodução/EPTV Pelo projeto, as duas centrais devem gerar 4,6 megawatts/hora. As licenças ambientais para a construção das centrais foram concedidas pela Superintendência Regional do Meio Ambiente do Sul de Minas (Supram), em 2018. Na época, as duas centrais pertenciam a um mesmo grupo empresarial. Hoje, são empresas diferentes: Návitas Sacramento II é responsável pela Alagoa II e a Návitas Sacramento III administra a Alagoa III. As duas empresas dizem que as construções começaram há mais de um ano, mas só há cerca de um mês, moradores viram as máquinas no local. “Isso mobilizou a criação de um grupo, o SOS Rio Aiuruoca, a averiguar os fatos, o que culminou em uma denúncia no Ministério Público de Minas Gerais”, salientou Polyana Mendes. Ministério Público e empresas Na última quarta-feira (5), o Ministério Público de Minas Gerais apresentou um pedido de ação cautelar à Justiça. O MP quer que as empresas suspendam imediatamente as obras das duas centrais geradoras hidrelétricas para avaliar os impactos as comunidades locais e ao meio ambiente. A promotoria também recomenda a suspensão do licenciamento ambiental do empreendimento e aponta a necessidade de perícias e estudos que indiquem os impactos no meio ambiente a as comunidades locais. “O Ministério Público considera que não foram mensurados os impactos que a gente chama de cumulativo, mais de um empreendimento hidrelétrico, e foi através de um licenciamento simplificado”, explicou o promotor Bergson Cardoso Guimarães. As empresas alegam que seguiram todos os procedimentos determinados em lei e que os impactos ambientais foram definidos pelos órgãos de regulação e fiscalização. O diretor da empresa responsável pela Alagoa III afirmou que as obras começaram há um ano e estão 90% concluídas. “A gente tem toda a documentação é tudo legal, o trâmite todo. E a obra está [quase] acabada, a obra começou já tem um ano. A gente não teve um problema, seja ambiental, seja trabalhista. Teve audiência na Câmara Legislativa, logo que a gente começou a obra. A gente está amparado pela lei”, disse o diretor Rubens Calapodopulos Rocha. Licenças ambientais para a construção das centrais foram concedidas pela Supram em 2018. Reprodução/EPTV Em nota, o representante da Navitas Sacramento II, responsável pela central Alagoa II afirma que a companhia obteve todas as licenças, permissões, outorgas e autorizações para a instalação da hidrelétrica nas esferas municipal, estadual e federal, obedecendo todas as etapas e procedimentos definidos pela legislação e atendendo às exigências realizadas pelos órgãos envolvidos. O representante informou também que a empresa realizou palestras públicas, uma inclusive na Câmara de Vereadores, e boletins de informe à população local. Um esse professor especialista em usinas e segurança de barragens, da Universidade Federal de Itajubá, explica que as obras são de pequeno porte e por isso as exigências legais são mais simplificadas. Mas ele analisou fotos e vídeos do local e acredita que há impactos ambientais que precisam de análise. “Seria conveniente que fosse verificado qual a real dimensão desse espaço”, alertou o professor da Unifei Carlos Martinez. O promotor Bergson Cardoso Guimarães comentou, ainda, sobre a importância das águas para a comunidade e todo Sul de Minas. “Essas águas, dessa região, são muito importantes não só para aquela comunidade, mas para todo o Sul de Minas. Ou seja, será que esses empreendimentos hidrelétricos são prioritários para que use tanta água. Tudo isso tem que ser medido, tem que ser mensurado e não pode se dar através de um licenciamento simplificado, que é feito online. E a população e qualquer pessoa tem qualquer conhecimento da forma em que isso foi feito”, disse. MP quer que as empresas suspendam imediatamente as obras das duas centrais geradoras hidrelétricas Reprodução/EPTV Manifestação e prefeitura Por determinação da justiça as empresas têm até a próxima segunda-feira (10) para se manifestar. Depois disso o juiz da comarca de Itamonte, Fábio Caruso, vai decidir se as obras serão paralisadas ou não. A Prefeitura de Alagoa publicou uma nota no site oficial informando que o empreendimento foi autorizado por órgão ambientais do estado e da união, e que não é responsabilidade do município autorizar e fiscalizar a obra. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas